© Elyla
Inspirada pelo vulcão Masaya — ou Popogatepe, “montanha que arde” na língua mangue — a obra evoca a ligação profunda entre a terra e as culturas vivas da Nicarágua. Entre vertigem, dança e memória, Elyla revisita o clássico teatral do século XVI El Güegüense, reinterpretando os seus figurinos a partir de uma perspetiva cochón informada pela história LGBTQ+ do país. O filme reflete sobre como corpos, territórios e tradições carregam as marcas da colonialidade, mas também podem tornar-se espaços de resistência e transformação.
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Inspired by the Masaya volcano — or Popogatepe, “mountain on fire”, in the Mangue language — this work evokes the deep connection between the Earth and the living cultures of Nicaragua. Between dizziness, dance and memory, Elyla revisits the classic 16th century play El Güegüense, reinterpreting its costumes based on a cochón based on the LGBTQ+ history of the country. The film reflects on how bodies, territories and traditions carry the marks of coloniality, but can also become spaces of resistance and transformation.