As obras são selecionadas e apresentadas por curadores nacionais e internacionais que desenham uma programação exclusiva para o festival. A excelência da programação é um compromisso do FUSO. A notoriedade e experiência dos curadores convidados garantem a consistência e qualidade dos programas apresentados, com obras de artistas reconhecidos internacionalmente e de artistas ainda desconhecidos do público português.
Para além dos programas propostos, anualmente o FUSO homenageia um ou mais artistas históricos de importância fundamental na videoarte.
O convívio diário dos curadores e artistas durante a semana de festival proporciona o encontro e o estabelecimento de inúmeras parcerias, gerando uma rede de conexões e colaborações.
Uma das principais vertentes do FUSO é a promoção da nova criação nacional. Todos os anos é realizado um concurso (Open Call) aberto a artistas portugueses e aos artistas estrangeiros que vivem em Portugal, com o objetivo de divulgar, distinguir e incentivar a nova produção nacional. São atribuídos dois prémios, o Prémio Aquisição Fundação EDP/MAAT, e o Prémio Incentivo AR.CO, uma bolsa de estudos para frequência de um ano letivo de "Projeto Individual" no departamento de Cinema/Imagem e Movimento da escola.
A circulação e internacionalização faz-se presente no FUSO desde a sua criação. O FUSO circula por diversas cidades de Portugal e de outros países, com apresentações adaptadas para salas de cinema ou de projeção.
Assim, o FUSO cumpre a sua missão de fomentar o desenvolvimento da arte nacional, contribuindo para a diversidade cultural e para a divulgação dos artistas portugueses dentro e fora do país.
Atualmente, no Arquipélago dos Açores, acontece o FUSO INSULAR com sessões de curadores nacionais e internacionais e um laboratório criativo de imagem em movimento para artistas locais. O Laboratório Imagem em Movimento, programa de residência realizado durante o verão na ilha de São Miguel, tem como meta a criação de uma obra em vídeo. O FUSO INSULAR - Mostra de videoarte dos Açores é uma plataforma para apresentação das obras desenvolvidas pelos artistas residentes. Para ampliar os horizontes da videoarte nos Açores, a Mostra apresenta outras duas sessões temáticas, com obras históricas e contemporâneas de artistas nacionais e internacionais.
Ao estimular o pensamento crítico em torno dos novos meios e promover o enriquecimento do conhecimento e divulgação da arte vídeo no panorama português, o FUSO contribui de forma significativa para a dinâmica da arte contemporânea nacional.
FUSO 2022
Resiliência. Esperança. Comunidade.
Vivemos em meio a discussões especulativas sobre a era pós-pandemia, imaginando como poderia ser. Há uma tensão entre ordem e rutura, que se reflete na produção artística.
O papel da arte é promover um diálogo significativo sobre os importantes desafios sociais, políticos e ambientais que o mundo enfrenta hoje. Conflitos de raça e classe, emergência climática e a pandemia causada pelo COVID-19 são crises em uma dimensão planetária que os artistas do nosso tempo estão explorando. Como podemos criar novos conhecimentos e aproveitá-los como ferramenta de reflexão crítica e, em última análise, de mudança coletiva?
Em 2022, o FUSO quer realçar a possibilidade de existência da arte como um gesto de resiliência e esperança.
Director
António Câmara Manuel
Director Artístico
Jean-François Chougnet
Coordenadora Geral e Curatorial
Rachel Korman
Júri Open Call
Irit Batsry, Isabel Nogueira, Margarida Chantre, Susana De Sousa Dias, Sofia Arriscado e Constanza Givone
Directora de Produção
Ana Calheiros
Director Técnico
Alexandre Almeida Coelho
Assessoria de Imprensa e Redes Sociais
Rita Bonifácio / Paris, Texas
Design Gráfico
ilhas studio
Website
Maria Nery
Fotografia
Alípio Padilha
Produção
DuplaCena
Horta Seca