CURADORES E TUTORES
Curadores de renome internacional são responsáveis pela programação da Mostra de Videoarte dos Açores, apresentando uma seleção de obras inéditas de artistas Portugueses e estrangeiros. As sessões são precedidas por uma conversa sobre o programa de forma a enriquecer o conhecimento do público.
No Laboratório Imagem em Movimento, programa de residência criativa do FUSO INSULAR, artistas com larga experiência na área da imagem em movimento são responsáveis pela formação teórica e o acompanhamento prático durante todo o período da residência.
André Laranjinha (n. 1977) vive e trabalha em São Miguel. É formado em Belas-Artes pela Universidade de Lisboa e desenvolve trabalhos em cinema, vídeo, artes plásticas, artes gráficas e ilustração. É cofundador do atelier Alice’s House, juntamente com a designer gráfica Júlia Garcia. Entre seus filmes destacam-se: Vinho (2018); Muros de Pedra (2017); Clarissas (2016); Pão (2014); Matança (2011); A Ilha do Preto (2010); A Natureza e o Engenho (2009) e Romarias de São Miguel (2009).
João Onofre (Lisboa, 1976) é um artista visual português cuja prática — centrada no vídeo e na performance — explora as relações entre a cultura, a sociedade e a arte, e as disrupções inerentes à sua mediação.
Um dos artistas portugueses com maior projecção internacional, estudou na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, tendo concluído o Master of Fine Arts no Goldsmiths, University of London, no Reino Unido (1999) e o Doutoramento em Arte Contemporânea no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra (2018).
Com quase 300 exposições realizadas, o seu percurso internacional conta com participações na 49.ª Bienal de Arte de Veneza (2001) e na 12.ª Bienal de Arquitectura de Veneza (2010). A sua obra tem sido exposta nalguns dos mais conceituados museus e instituições globais, incluindo MoMA PS1 (Nova Iorque), Fundació Joan Miró (Barcelona), Palais de Tokyo e Centre Pompidou (Paris), Tate Modern (Londres), Philadelphia Museum of Art, Schirn Kunsthalle (Frankfurt), Sydney-Contemporary Art Museum, Denver Museum of Contemporary Art, Taipei Fine Arts Museum e MACBA (Barcelona).
O seu trabalho integra prestigiadas colecções institucionais internacionais, tais como o MCA (Chicago), o Buffalo AKG Art Museum (Nova Iorque), a The Weltkunst Foundation (Zurique), a Fundació La Caixa (Barcelona), o Mildred Lane Kemper Art Museum (St. Louis), a GAM - Galleria Civica d’Arte Moderna e Contemporanea e a Fondazione Sandretto Re Rebaudengo (Turim), e o CNAP-Centre National des Arts Plastiques (Paris), que se juntam a instituições portuguesas de referência como o MAAT, o Museu de Serralves e a Fundação Calouste Gulbenkian.
Ao longo do seu percurso, recebeu várias bolsas de criação artística, incluindo da FCG (2000, 2001 e 2015), da Mairie de Paris (2003) e da Fundación Botín (2011), tendo sigo ainda vencedor do Prémio União Latina (2001) e do Prémio Científico ULisboa/CGD na área das Artes (2021).
André Laranjinha
André Laranjinha (n. 1977) vive e trabalha em São Miguel. É formado em Belas-Artes pela Universidade de Lisboa e desenvolve trabalhos em cinema, vídeo, artes plásticas, artes gráficas e ilustração. É cofundador do atelier Alice’s House, juntamente com a designer gráfica Júlia Garcia. Entre seus filmes destacam-se: Vinho (2018); Muros de Pedra (2017); Clarissas (2016); Pão (2014); Matança (2011); A Ilha do Preto (2010); A Natureza e o Engenho (2009) e Romarias de São Miguel (2009).
João Onofre
João Onofre (Lisboa, 1976) é um artista visual português cuja prática — centrada no vídeo e na performance — explora as relações entre a cultura, a sociedade e a arte, e as disrupções inerentes à sua mediação.
Um dos artistas portugueses com maior projecção internacional, estudou na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, tendo concluído o Master of Fine Arts no Goldsmiths, University of London, no Reino Unido (1999) e o Doutoramento em Arte Contemporânea no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra (2018).
Com quase 300 exposições realizadas, o seu percurso internacional conta com participações na 49.ª Bienal de Arte de Veneza (2001) e na 12.ª Bienal de Arquitectura de Veneza (2010). A sua obra tem sido exposta nalguns dos mais conceituados museus e instituições globais, incluindo MoMA PS1 (Nova Iorque), Fundació Joan Miró (Barcelona), Palais de Tokyo e Centre Pompidou (Paris), Tate Modern (Londres), Philadelphia Museum of Art, Schirn Kunsthalle (Frankfurt), Sydney-Contemporary Art Museum, Denver Museum of Contemporary Art, Taipei Fine Arts Museum e MACBA (Barcelona).
O seu trabalho integra prestigiadas colecções institucionais internacionais, tais como o MCA (Chicago), o Buffalo AKG Art Museum (Nova Iorque), a The Weltkunst Foundation (Zurique), a Fundació La Caixa (Barcelona), o Mildred Lane Kemper Art Museum (St. Louis), a GAM - Galleria Civica d’Arte Moderna e Contemporanea e a Fondazione Sandretto Re Rebaudengo (Turim), e o CNAP-Centre National des Arts Plastiques (Paris), que se juntam a instituições portuguesas de referência como o MAAT, o Museu de Serralves e a Fundação Calouste Gulbenkian.
Ao longo do seu percurso, recebeu várias bolsas de criação artística, incluindo da FCG (2000, 2001 e 2015), da Mairie de Paris (2003) e da Fundación Botín (2011), tendo sigo ainda vencedor do Prémio União Latina (2001) e do Prémio Científico ULisboa/CGD na área das Artes (2021).