Alia Syed

Alia Syed nasceu em Swansea, País de Gales, e vive entre Londres e Glasgow. Faz cinema experimental há mais de 25 anos. Os seus filmes recaem sobre questões de memória, representação e colonialismo, explorando e questionando as estruturas pessoais e as realidades históricas nas narrativas pós-coloniais. Os seus dois trabalhos mais recentes combinam o seu interesse em contar histórias (storytelling) com uma apresentação apelativa da história enquanto narrativa visual, recorrendo a diversas subjetividades para recontextualizar, respetivamente, o fluxo de tempo do rio Tamisa e a regeneração da cidade de Glasgow.

A sua abordagem singular conjuga diferentes posições subjetivas em relação à cultura, diáspora e lugar, especificamente no que diz respeito ao género e noções de diferença cultural. Os filmes de Syed têm sido exibidos em numerosas instituições em todo o mundo, incluindo: BBC Arts Online (em curso), The Triangle Space: Chelsea College of Arts, Londres (2014), Los Angeles County Museum of Art, EUA (2012-13); 5ª Bienal de Moscovo (2013); Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (MoMA), (2010); Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, Madrid (2009); XV Sydney Biennale (2006); Hayward Gallery, Londres (2005); Tate Britain, Londres (2003); Glasgow Museum of Modern Art, Escócia (2002); Iniva, Londres (2002); The New Art Gallery em Walsall, West Midlands, Reino Unido (2002); Tate Modern, Londres (2000). Os seus filmes foram objeto de exposições individuais na Talwar Gallery, Nova Iorque e Nova Delhi. É representada por esta galeria. Foi nomeada para o Derek Jarman Award em 2015.

António Braga

Actor, encenador e professor de teatro. Tem 25 anos de experiência de teatro amador e profissional, com participação em vários espetáculos de teatro, de performance, de dança teatro e recitais de poesia. Licenciado em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa, fez formação complementar de Corpo e Voz baseado no método Alfabeto do Corpo de Zygmunt Molik com Jorge Parente. Trabalhou como assistente de encenação de João Brites e exerceu funções de coordenador pedagógico e de formador dos cursos de formação promovidos pela companhia de teatro O Bando. Fez formação em Teatro do Oprimido com Sofia Cabrita e Paula Patraquim e desenvolveu tese de mestrado em Bioética versando o tema da aplicação do Teatro do Oprimido no debate de dilemas éticos. Desde 2007 desenvolve trabalho com crianças, jovens e adultos utilizando o teatro como ferramenta de desenvolvimento pessoal numa tripla vertente: pedagógica, terapêutica e social.

Cristiana Branquinho

Sou a Cristiana Branquinho, tenho 19 anos e nasci em São Miguel. Atualmente estou tirando a licenciatura em Teatro na ESAD em Caldas da Rainha, porém anteriormente, estudei no liceu Antero de Quental, Açores, onde cursei artes visuais.

Filipe Freitas

Filipe Freitas licenciou-se em Design de Equipamento na faculdade de Lisboa e agora começa os seus estudos na animação 3D e efeitos especiais no mestrado de som e Imagem na Escola das Artes da Universidade católica portuguesa do Porto. Muito do seu trabalho abrange a ficção científica e as criaturas de fantasia.

Gabriela Oliveira

Gabriela Oliveira nasceu nos Açores onde vive e trabalha. É bióloga e gestora ambiental. Foi responsável por projetos de sensibilização ambiental e num passado mais distante trabalhou como guia de turismo na área da observação de cetáceos. É fotógrafa amadora.

Gabriela Vaz-Pinheiro

Gabriela Vaz-Pinheiro é graduada em escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, e fez o Doutoramento em Belas Artes no Chelsea College, University of Fine Arts, Londres. Professora convidada na Central St. Martins College of Art & Design, em Londres (1998-2006). Os seus interesses dividem-se pela prática artística, o ensino da arte, e a investigação e escrita críticas. O seu trabalho artístico debruça-se sobre questões identitárias e contextuais como forma de interrogar a própria noção de indivíduo, entre narrativas pessoais e sociais. Tem realizado trabalho curatorial com várias colecções institucionais e também em contextos expositivos alternativos. Tem atividade editorial regular, na qual se incluem algumas publicações de artistas. Ensina, desde 2004, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, onde é Membro Integrado do i2ads, Instituto de Investigação em Arte Design e Sociedade.

Gui Athayde

Gui Athayde é um ilustrador e animador brasileiro, atualmente vivendo entre a Alemanha e Portugal. O seu objetivo é produzir um corpo de trabalho pertinente e contar histórias que emocionem as pessoas.

Hoji Fortuna

Hoji Fortuna nasceu em Luanda, Angola. Frequentou o curso de Direito na Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto (1990-1993/Angola), e na Universidade Católica Portuguesa - Centro Regional do Porto (1997-2000/Portugal). É graduado em Administração Local pelo Centro de Estudos e Formação Autárquica de Coimbra (1994-1996/Portugal). Frequentou cursos de Interpretação Dramática em: Act-Escola de Atores (2005/Portugal); Stella Adler Studio of Actors (2009-2010/EUA); Berlinale Talent Campus (2014/Alemanha) e na Royal Central School of Speech and Drama (2015/Inglaterra). É ator desde 2001, tendo trabalhado em teatro, cinema e televisão, quer em Portugal quer no estrangeiro, para canais de televisão pública e privada e plataformas de streaming, bem como para instituições culturais, tais como: SIC, TVI, RTP, Teatro Nacional D. Maria II, Sony Pictures, ABC Network, BBC, AMC Networks, Rede Globo, Netflix e Amazon. Em 2011 foi galardoado com o prémio de Melhor Actor Secundário pela Academia Africana de Cinema e em 2021 financiou e dirigiu a sua primeira curta-metragem, “A Lisbon Affair”, que está na seleção oficial do 29th New York African Film Festival 2022.

Inês Vieira

Natural dos Açores, São Miguel, Inês Vieira sempre mostrou interesse nas artes, o que resultou na participação de aulas de teatro e em workshops de atuação para cinema. Atualmente é licenciada em Cinema, na Universidade da Beira Interior, com interesse na área da fotografia.

John Tokumei

John Tokumei gosta de ficar acordado até às tantas a criar coisas novas.
Desde a música até o desenho e mais recentemente filmes, Tokumei é um estudante de tudo o que provém da alma.

José Taborda

José Taborda (n. Lisboa 1994). Licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Estuda Belas Artes na Bauhaus Universität em Weimar, Alemanha. Vencedor do 1º Prémio A.J. Carpe Diem Arte e Pesquisa - Fundação Millennium BCP, vencedor do 1º Prémio de escultura D. Fernando II, premiado com o Bauhaus Essentials Prize. Expõe regularmente em Portugal e no estrangeiro. De entre as mais recentes exposições destacam-se: “Fénix”, Galeria Graça Brandão (2022); “Tracing the Infrathin”, Monitor Gallery, Lisboa (2022); a exposição individual “Wing Walking”, Eigenheim Gallery, Berlim (2021). As suas obras também foram apresentadas em: 71st Jeune Création, Fiminco Fondation, Paris (2021); Apophenia, Las Palmas, Espanha; Culturgest, Porto (2021); WIMBA, Steneby Konsthall, Suécia (2021); a exposição individual “149,597,870 KM em 7 passos”, Galeria Ocupa, Porto (2021); “New beginnings", VOGUE Magazine Portugal (2021); Bienal da Maia, Fórum Maia, Portugal (2021); “9 Gabinetes”, MU.SA, Sintra (2021); “Cruise Control”, Mono, Lisboa (2021).

Júlio F. R. Costa

Júlio F. R. Costa (n. 1989) tem escrito e publicado artigos em torno de uma filosofia do mercado da arte contemporânea, nomeadamente acerca da obra de arte enquanto mercadoria e da posição do artista no mundo da arte atual. Enquanto artista visual está principalmente interessado no vídeo-experimentalismo, com ênfase nas animações experimentais – aproveitando o gosto pelo desenho para as tornar “um bocadinho animadas”. Tem participado em festivais nacionais e internacionais, bem como em exposições de artes visuais. O seu primeiro romance “Retalhos da Vida de Eduardo Lopo” foi publicado em 2019. É presidente do Colectivo 249 (www.colectivo249.com), onde luta pela descentralização da Arte.

Laura Brasil

Laura Brasil é uma realizadora açoriana, natural de Angra do Heroísmo.
Naturalmente desperta para explorar o sentido profundo das coisas e da consciência humana, sempre se fascinou e se deixou motivar pela arte de contar histórias. Licenciou-se em Cinema, pela Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa. Ao longo do seu percurso realizou e participou em diversos filmes, com passagem por festivais nacionais e internacionais, sendo os de maior destaque ‘O Choro dos Ilhéus’ (2009); ‘Verde Cinza’ (2018); ‘Um Beijo na Testa’ (2010); ou ‘Flores’ (2017), de Jorge Jácome.
Invariavelmente, imprime um sentido de estética muito característico nos seus projetos e gosta, principalmente, de trabalhar a emoção que a imagem (e o som) conseguem transmitir, através da beleza dos enquadramentos, do jogo do dentro e fora de plano e da memória individual que cada gesto pode edificar. Atualmente, tem aliado a fotografia ao vídeo e realizado instalações que reúnem estas duas artes.

Léna Lewis-King

Léna Lewis-King (b.1999) é uma artista-cineasta baseada em Portugal. O seu trabalho dedica-se às transformações mágicas cotidianas que surgem no interior das intersecções entre a natureza e a tecnologia. Concebendo a sua perspectiva de um ponto de vista feminista, debruça-se frequentemente sobre os aspectos psíquicos e espirituais da experiência vivida. Os seus filmes meditam sobre o impacto que a aceleração tecno-capitalista exerce sobre a vida efémera e sobre a vida no mundo. As experiências curatoriais de Lewis-King incluem a co-fundação do Apertura Institute (2022), a criação da publicação online 'open2' (2020-21), e a curadoria da exposição colectiva 'Point and Shoot' na Platform Gallery, Kingston School of Art, Londres (2020).

Leonor Sousa

Leonor Sousa é uma artista visual nascida em Lisboa, onde reside e trabalha. O seu trabalho desenvolve-se nos campos da pintura, performance e instalação, através dos quais explora e pesquisa as noções de espaço, arquitetura e trajetória. Criando gestos geográficos através de métodos ensaísticos, questiona a experiência humana no espaço através de estados de "estar em" e "existir onde". Pretende revisitar e repensar os paradigmas do espaço e cartografia.

Marcelo Moscheta

Marcelo Moscheta (1976, São José do Rio Preto, Brasil). Vive e trabalha em Coimbra, onde desenvolve sua investigação de Doutoramento em Arte Contemporânea. Utilizando a prática do fazer artístico com acentuadas referências conceituais, desde o início da sua carreira artística em 2000, o artista cria obras e exposições decorrentes de viagens a locais remotos, onde recolhe elementos e imagens da natureza e os reproduz através do desenho e fotografia, criando instalações e objetos. Recentemente, sua pesquisa está voltada para as principais relações do homem e meio ambiente, tecnologia e memória, identidades e nomadismo. Deslocamento, Território, Paisagem e Memória são seus principais interesses. Moscheta recebeu vários prêmios e bolsas de pesquisa, incluindo The Pollock-Krasner Foundation Grant (2017), The Drawing Center Open Sessions Program (2015), Bolsa Estímulo FUNARTE (2014), Prêmio de Fotografia Marc Ferrez (2012) e o I Prêmio Pipa - júri popular em 2010, entre outros. O seu trabalho encontra-se representado em várias coleções privadas e institucionais.

Marco Machado

Marco Machado nasceu no século passado no ano de 1981. Desde muito cedo que se deixou fascinar pelos possíveis mundos fora deste mundo e, com 7 anos, disse à sua professora primária que queria ser mergulhador como Jacques Cousteau ou cientista como Carl Sagan. O seu talento pelos saltos para a água no verão nunca foram acompanhados pela capacidade de entender a beleza que existe numa equação matemática. Assim, uns anos mais tarde, decidiu licenciar-se em Ciências da Comunicação na vertente de audiovisuais e multimédia, porque na televisão e no cinema todos os mundos são possíveis. Após o curso passou por alguns sets como assistente de realização e produção. Percebeu, na prática, que o glamour da TV só existe nas revistas cor- de-rosa. Decidiu então ser Biólogo e voltou à faculdade para cumprir esse objectivo que culmina com a publicação do seu primeiro e único artigo científico. Em 2015 começa a trabalhar com arte e artistas contemporâneos onde se deixa encantar por outros mundos em outros universos.

Maxime Martinot

Maxime Martinot é realizador de cinema, editor e autor. Após os estudos na Université Paris 8, trabalhou entre a Bretanha, Paris e Lisboa. A sua primeira longa metragem, “Trois contes de Borges” (2014) foi premiada com dois prémios no FIDMarseille —Marseille International Film Festival, no mesmo ano, e estreou nos cinemas em 2018. O seu ensaio “Histoire de la Rèvolution” ganhou o Grand Prix André S. Labarthe do Entrevues Belfort Film Festival (França/2019). Em 2022, seu filme “Os Antílopes” foi selecionado pela Académie des César para o César de melhor curta-metragem documental.

Ricardo Leandro

Ricardo Leandro (1982) é licenciado em Artes Visuais pela Universidade de Évora e encontra-se neste momento no segundo ano do mestrado de Arte Multimédia, na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.

O seu trabalho tem uma forte presença de vídeo e som, instalação e escrita, e ultimamente tem desenvolvido projectos que usam práticas transmedia, onde os conceitos de arte e entretenimento são constantemente postos à prova, com o intuito de criar debates sobre a mensagem da obra artística e o seu relacionamento com o público.

Sara Carneiro

Sara Carneiro (Viseu, 1994) é uma artista visual portuguesa que atualmente reside na Matola, Moçambique. Após terminar a sua licenciatura em Multimédia na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (Portugal) em 2016, mudou-se para Moçambique onde começou a leccionar na Faculdade de Artes do Instituto Superior de Artes e Cultura (ISArC). Nos últimos anos, a artista tem vindo a mostrar o seu trabalho internacionalmente, em exposições e festivais de cinema. O seu filme “Capítulo Um: A Chegada”, foi exibido em diversos festivais, com destaque para: Boda Boda Lounge: Transcontinental Video Art Festival (18 cidades no continente Africano); Proyector / Video Art Platform, Madrid, Espanha; short/age – Shortfilms for a New Age, Viseu, Portugal; e Festival Kugoma, Maputo, Moçambique. Em 2021 estreou o “Capítulo Dois: Dominação” no festival Maputo Fast Forward, na icónica sala de cinema do Cine Teatro Scala. Através da criação de imagens abstratas e atmosféricas em obras que vão da escultura à videoarte, Sara explora relações simbólicas entre materiais, que lhe permitem falar sobre História, identidade e noções de poder.

Remy Jungerman

Remy Jungerman (1959), um dos artistas mais importantes dos Países Baixos, estudou na Academy for Higher Arts and Cultural Studies em Paramaribo, Suriname, antes de ir viver para Amesterdão, onde estudou na Gerrit Rietveld Academy. No seu trabalho, Jungerman explora a interseção entre padrão e símbolo na cultura Maroon do Suriname, a diáspora africana em termos latos, e o modernismo do século XX, colocando fragmentos de têxteis Maroon e outros materiais encontrados na diáspora africana – o barro caulino usado em várias tradições religiosas ou os pregos na escultura Nkisi Nkondi – em contacto direto com materiais e imagética associada a tradições artísticas mais “instituídas”, apresentando, desta forma, uma visão mais global que simultaneamente enriquece e informa a nossa perspetiva da História da Arte. Jungerman representou os Países Baixos na 59ª Bienal de Veneza, em 2019. É cofundador e curador do Wakaman Project, Drawing Lines – Connecting Dots, que nasceu do desejo de examinar o lugar dos artistas visuais de origem surinamesa e destacá-los na cena internacional. Exibiu o seu trabalho a nível internacional em: Pavilhão dos Países Baixos na 58ª Bienal de Veneza, Itália; Prospect3, Nova Orleães; Brooklyn Museum, El Museo del Barrio e Jack Shainman Gallery, em Nova Iorque, EUA; Rennie Museum, Vancouver, Canadá; Stedelijk Museum, Amsterdão e Museum Arnhem, Arnhem, Países Baixos; Fridman Gallery, Nova Iorque; Goodman Gallery, Londres; Havana Biennale, Cuba; Museum Bamako, Mali; Museum Tromso, Noruega; Künstlerhaus Bethanien, Berlim, e Badischer Kunstverein, Karlsruhe, Alemanha.

Monica de Miranda

Monica de Miranda é uma artista visual, realizadora e investigadora portuguesa de origem angolana, que vive e trabalha entre Lisboa e Luanda. O seu trabalho interdisciplinar incorpora fotografia, vídeo, desenho, escultura e instalação - investiga as políticas pós-coloniais da geografia, da história e da subjetividade em relação a África e à sua diáspora, através de práticas espaciais críticas, prosseguindo uma pesquisa que procura esbater fronteiras entre ficção e documentário. É investigadora no Centro de Estudos Comparatistas da Universidade de Lisboa, onde está envolvida em projetos que examinam aspectos éticos e culturais dos movimentos migratórios contemporâneos, ligados à África Lusófona, como “Pós-Arquivo: Política de Memória, Lugar e Identidade”. Estudou Artes Visuais no Camberwell College of Arts e é doutoranda em Artes Visuais pela Universidade de Middlesex. Monica de Miranda é cofundadora do projeto de residências artísticas Triangle Network (Lisboa, 2014), e uma das fundadoras do projeto Hangar (Centro de residências artísticas, Lisboa, 2014). O seu trabalho tem sido exibido internacionalmente, incluindo: 12ª Berlin Biennale (2022); Bienalsur – International Contemporary Art Biennial of South America (2020); Dakar Biennale, Senegal (2016); Bamako Encounters - African Biennale of Photography, Mali (2016); 14ª Bienal de Arquitetura de Veneza (2014). Teve exposições no Pera Museum, em Istambul, Turquia (2017) e Caixa Cultural no Rio de Janeiro, Brasil (2017). O seu trabalho está representado em coleções públicas, incluindo o Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT), Fundação Calouste Gulbenkian e o Museu Nacional de Arte Contemporânea, todos em Lisboa.

Yuri Firmeza

Yuri Firmeza é professor do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Ceará onde é integrante do LEEA (Laboratório de Estudos e Experimentação em Audiovisual). Doutorando em Arte Multimédia pela Universidade de Lisboa e membro colaborador do CIEBA (Centro de Investigação e Estudos em Belas Artes). Organizou, conjuntamente com Clara Bastos, Leonardo Mouramateus e Érico Araújo Lima, o seminário e o livro “O trabalho das ruínas: genealogias, ficções, (re)montagens” e conjuntamente com Pablo Lobato o livro "O que exatamente vocês fazem, quando fazem ou esperam fazer curadoria?". Participou de festivais de cinema e exposições em diversas cidades do Brasil e do exterior, entre as quais a 31ª Bienal de São Paulo, 14th Biennale Jogja: Stage of Hopelessness – Yogyakarta/Indonesia; 21st Videoex – International Experimental Film & Video Festival Zurich/ Switzerland; 64th e 62nd International Short Film Festival Oberhausen/Germany, 11ª Bienal do Mercosul e a exposição individual Turvações Estratigráficas, no Museu de Arte do Rio de Janeiro.