CURADORES E MODERADORES

Todos os anos são convidados curadores Portugueses e internacionais, que desenham uma programação exclusiva para o FUSO. Cada curador é responsável por uma das sessões do festival, e apresenta uma seleção de obras de acordo com um tema proposto. As sessões são precedidas por uma conversa entre o curador e o moderador, de forma a enriquecer o conhecimento do público. O convívio diário dos curadores e artistas durante a semana de festival proporciona o encontro e o estabelecimento de inúmeras parcerias, gerando uma rede de conexões e colaborações.

Jean-François Chougnet (França) é director artístico do FUSO, e tem dedicado a sua carreira às políticas culturais. Foi diretor-geral do Villette, Paris (2001-2006). Em 2005, foi comissário-geral do Ano do Brasil na França. Dirigiu a Fundação Berardo, em Lisboa, de 2007 a 2011. Em 2011, Jean-François Chougnet tornou-se CEO da Marseille-Provence Capital da Cultura Européia 2013. Desde 2014 é presidente do Musée des Civilisations de l’Europe et de la Méditerranée, em Marselha, França.

Lori Zippay é uma curadora, escritora e consultora baseada em Nova-Iorque, ativa na organização de exposições de media art e na distribuição e na preservação deste medium, há mais de trinta e cinco anos. Desde meados dos anos 80 até 2019 foi Diretora Executiva da Electronic Arts Intermix (EAI), uma associação sem fins lucrativos, e um dos mais importantes repositórios de media art. Zippay construiu o arquivo, que conta com mais de 4000 obras de media art, tendo também iniciado um programa pioneiro de preservação das obras em suporte videográfico. Foi co-autora e inaugurou a extensa plataforma de publicações online e de recursos digitais, e estabeleceu vários projetos e programas artísticos de longo alcance. Comissária de um grande número de exposições de media art e de programação em vídeo, dá regularmente palestras em instituições culturais e participa em conferências em todo o mundo, das quais destaca as do The Museum of Modern Art, Nova-Iorque; Tate Modern, Londres; e Centro Georges Pompidou, em Paris. Escreve regularmente sobre media art, tendo desenvolvido e sido consultora em projetos de curadoria, de preservação e de projetos educativos com jovens artistas ou artistas estabelecidos. Participou em júris de festivais internacionais, em comissões para atribuição de financiamento, em simpósios e em painéis de consultores. Presentemente, enquanto Diretora Emérita da EAI, participa nos Conselhos Consultivos da Times Square Arts, e, também, no Collaborative Cataloging Japan.

Paul Goodwin é curador, pesquisador e educador baseado em Londres. A pesquisa de Goodwin se concentra na arte da diáspora africana desde 1980 e na globalização na produção de arte contemporânea. De 2008 a 2012, como curador da Tate Britain, dirigiu o pioneiro Cross Cultural Programme que explorou questões de migração e globalização na arte britânica contemporânea. Seus projetos curatoriais incluem uma série de exposições internacionalmente significativas, incluindo: Migrations: Journeys Into British Art, Tate Britain 2012; Linha(s) preta(s) fina(s), Tate Britain, 2011; Coming Ashore, 2011, Museu Coleção Berardo em Lisboa, Portugal; Afro Modern: Journeys Through the Black Atlantic (curador consultor), Tate Liverpool, 2010; Underconstruction, Hospital Julius De Matos, Lisboa, Portugal, 2009. É investigator, junto com o Prof Ming Tiampo, do projecto de investigação internacional Worlding Public Cultures: The Arts and Social Innovation financiado pela Plataforma Transatlântica para as Ciências Sociais e Humanas. É cofundador da rede Transnational and Transcultural Arts and Culture Exchange (TRACE). Projetos curatoriais recentes incluem: W.E.B. DuBois: Charting Black Lives (House of Illustration, London, UK, 2019, Illustration Embassy, ​​Amsterdam, NL 2021), We Will Walk: Art and Resistance in the American South (Turner Contemporary, Margate, UK, 2020) e Untitled: Art on the Conditions of Our Time, Chapter 2 (em turnê, Kettle's Yard, Cambridge, Reino Unido, fevereiro de 2021). Goodwin é um dos diretores da Lux Moving Image e The Africa Centre em Londres, é membro honorário do Wadham College, da Universidade de Oxford, membro da Royal Society of Arts e membro honorário do Conselho Franco-Britânico. Goodwin é atualmente Professor e Diretor de Arte Contemporânea e Urbanismo e Diretor do TrAIN Research Center (Transnational Art, Identity & Nation) na University of the Arts London, onde também leciona no programa MA Fine Art no Chelsea College of Arts.

Artista visual, Curadora, Investigadora e Docente. É Doutorada em Belas Artes pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, na especialidade de Instalação. Desenvolve, desde 2000, projectos que cruzam a prática artística e curatorial, sendo o seu domínio de especialização a performatividade da imagem movente e as dinâmicas do espectador, no seio do dispositivo expositivo. No desenvolvimento dos seus projetos artísticos e curatoriais, colaborou com as seguintes instituições e agentes, entre outras: MACBA, Warburg Institute, Arquivos Yves Klein, Haus Lange-Haus Esters - Kunstmuseen Krefeld, Museu do Chiado, Museu de Serralves, Fundação Calouste Gulbenkian, Casa das Histórias, Centro Georges Pompidou, Trienal de Arquitetura, Arquivos Walter Benjamin, Festival Temps d´Images, Eletronic Arts Intermix, Festival Internacional de Vídeo FUSO, CAPC- Círculo de Artes Plásticas de Coimbra. É atualmente Investigadora Integrada do CEIS20_Universidade de Coimbra, sendo co-coordenadora da linha de investigação Arte e Performance. Lecciona nos Cursos de Mestrado em Estudos Curatoriais e de Doutoramento em Arte Contemporânea no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra.

É Sub-Directora do Colégio das Artes da Universidade de Coimbra.


Benjamin Weil nasceu em Paris onde completou os seus estudos em História de Arte. Em 1985 mudou-se para Nova Iorque, onde trabalhou como curador independente e como crítico de arte, publicando regularmente em revistas especializadas. Em 1995, cofundou Ada Web, o primeiro estúdio digital dedicado à produção de projetos de arte online e foi o seu Diretor Artístico até 1997. Em 1998, foi nomeado Diretor do Departamento de New Media Arts do Institut of Contemporary Art, em Londres, e dois anos depois mudou-se para São Francisco para assumir a posição de curador da Media Arts no SFMOMA – San Francisco Museum of Modern Art, onde foi responsável pela coleção de Media Arts.

Weil voltou a Nova Iorque em 2006 para se tornar Diretor Executivo do Artists Space; regressou à Europa em 2009 para lecionar na Universidade IUAV de Veneza. Nesse mesmo ano, foi nomeado Diretor Artístico do Laboral Centro de Arte y Creación Industrial, em Gijón, Espanha. Em 2014, tornou-se Diretor Artístico do Centro Botín, em Santander (2014-2020).

Além da participação regular em conferências sobre arte contemporânea e em vários júris, Benjamin Weil concebeu e dirigiu a H BOX, um programa de curadoria de itinerância de exposições de videoarte para a Fondation d’entreprise Hermès (2005-2011); ainda comissariou Untitled (Orchestral), uma instalação performativa site-specific de João Onofre no MAAT, Lisboa (2017), entre outros.

Em 2021 assumiu o cargo de Diretor do CAM (Centro de Arte Moderna), da Fundação Calouste Gulbenkian.

Leonor Nazaré (Caldas da Rainha, 1963) é curadora no Museu Calouste Gulbenkian desde 1999. Nesse âmbito, comissariou cerca de 50 exposições e coordena projetos de investigação.

É doutorada em Arte Contemporânea pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra (2017). Concluiu um D.E.A., La Philosophie et la Cité, na Universidade de Paris X, Nanterre (1997). Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (1985).

É crítica de arte desde 1989: foi colaboradora permanente do jornal Expresso entre 89 e 97 e pontual de algumas revistas de arte nacionais e estrangeiras.

Foi professora universitária de cadeiras de estética e teoria de arte, autora de vários cursos e conferências (cerca de 50 eventos), de cerca de 100 textos, incluindo três livros, na sua área, e de três traduções literárias.

Isabel Nogueira (n. 1974) é doutorada em Belas-Artes, especialização em Ciências da Arte (Universidade de Lisboa) e pós-doutorada em História e Teoria da Arte Contemporânea e Teoria da Imagem (Université Paris 1-Panthéon Sorbonne). É historiadora e crítica de arte contemporânea, professora e ensaísta. É professora na Sociedade Nacional de Belas-Artes, investigadora integrada do CIEBA/Faculdade de Belas-Artes/Universidade de Lisboa, membro da Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA). É crítica de arte na revista Contemporânea e colaboradora da revista Recherches en Esthétique. É editora/directora da revista académica Arte e Cultura Visual (CIEBA/Faculdade de Belas-Artes/Universidade de Lisboa). Livros recentes: Teorias da arte: do modernismo à actualidade (BookBuilders, 2019, 2ªed. 2020); Zona de Rebentação (BookBuilders, 2020); Como pode ‘isto’ ser arte? Breve ensaio sobre crítica de arte e juízo de gosto (Húmus, 2020); História da arte em Portugal: do Marcelismo ao final do século XX (BookBuilders, 2021); Crítica de arte ou o espaço entre a obra e o Mundo: críticas escolhidas (Húmus, 2021); Histoire de l’art au Portugal, 1968-2000 (Éditions de l’Harmattan, 2022).

Jornalista cultural, crítico de música e cronista. Está no jornal Público há mais de vinte anos. Tem formação em antropologia e sociologia. Viveu parte da infância em Niza, cresceu no Barreiro, vive em Lisboa, sente-se do Alentejo. Foi sendo, ao longo dos anos, ator, DJ, cientista social ou professor. Tem estado mais no jornalismo, mas não pratica imparcialidade e neutralidade. Acredita, isso sim, em escolhas, no rigor, na transparência, em expor pluralidade, na análise, no questionamento e na possibilidade, através da cultura, de misturar assuntos, atravessar linguagens, seja política, economia, sociedade, música, arte e ideias. Lançou recentemente o livro Não Dá Para Ficar Parado, onde a música é o ponto de partida, mas só o é porque inclui tudo o resto.

Esfera
Jean-François Chougnet

Jean-François Chougnet

Jean-François Chougnet (França) é director artístico do FUSO, e tem dedicado a sua carreira às políticas culturais. Foi diretor-geral do Villette, Paris (2001-2006). Em 2005, foi comissário-geral do Ano do Brasil na França. Dirigiu a Fundação Berardo, em Lisboa, de 2007 a 2011. Em 2011, Jean-François Chougnet tornou-se CEO da Marseille-Provence Capital da Cultura Européia 2013. Desde 2014 é presidente do Musée des Civilisations de l’Europe et de la Méditerranée, em Marselha, França.

Lori Zippay

Lori Zippay

Lori Zippay é uma curadora, escritora e consultora baseada em Nova-Iorque, ativa na organização de exposições de media art e na distribuição e na preservação deste medium, há mais de trinta e cinco anos. Desde meados dos anos 80 até 2019 foi Diretora Executiva da Electronic Arts Intermix (EAI), uma associação sem fins lucrativos, e um dos mais importantes repositórios de media art. Zippay construiu o arquivo, que conta com mais de 4000 obras de media art, tendo também iniciado um programa pioneiro de preservação das obras em suporte videográfico. Foi co-autora e inaugurou a extensa plataforma de publicações online e de recursos digitais, e estabeleceu vários projetos e programas artísticos de longo alcance. Comissária de um grande número de exposições de media art e de programação em vídeo, dá regularmente palestras em instituições culturais e participa em conferências em todo o mundo, das quais destaca as do The Museum of Modern Art, Nova-Iorque; Tate Modern, Londres; e Centro Georges Pompidou, em Paris. Escreve regularmente sobre media art, tendo desenvolvido e sido consultora em projetos de curadoria, de preservação e de projetos educativos com jovens artistas ou artistas estabelecidos. Participou em júris de festivais internacionais, em comissões para atribuição de financiamento, em simpósios e em painéis de consultores. Presentemente, enquanto Diretora Emérita da EAI, participa nos Conselhos Consultivos da Times Square Arts, e, também, no Collaborative Cataloging Japan.

Paul Goodwin

Paul Goodwin

Paul Goodwin é curador, pesquisador e educador baseado em Londres. A pesquisa de Goodwin se concentra na arte da diáspora africana desde 1980 e na globalização na produção de arte contemporânea. De 2008 a 2012, como curador da Tate Britain, dirigiu o pioneiro Cross Cultural Programme que explorou questões de migração e globalização na arte britânica contemporânea. Seus projetos curatoriais incluem uma série de exposições internacionalmente significativas, incluindo: Migrations: Journeys Into British Art, Tate Britain 2012; Linha(s) preta(s) fina(s), Tate Britain, 2011; Coming Ashore, 2011, Museu Coleção Berardo em Lisboa, Portugal; Afro Modern: Journeys Through the Black Atlantic (curador consultor), Tate Liverpool, 2010; Underconstruction, Hospital Julius De Matos, Lisboa, Portugal, 2009. É investigator, junto com o Prof Ming Tiampo, do projecto de investigação internacional Worlding Public Cultures: The Arts and Social Innovation financiado pela Plataforma Transatlântica para as Ciências Sociais e Humanas. É cofundador da rede Transnational and Transcultural Arts and Culture Exchange (TRACE). Projetos curatoriais recentes incluem: W.E.B. DuBois: Charting Black Lives (House of Illustration, London, UK, 2019, Illustration Embassy, ​​Amsterdam, NL 2021), We Will Walk: Art and Resistance in the American South (Turner Contemporary, Margate, UK, 2020) e Untitled: Art on the Conditions of Our Time, Chapter 2 (em turnê, Kettle's Yard, Cambridge, Reino Unido, fevereiro de 2021). Goodwin é um dos diretores da Lux Moving Image e The Africa Centre em Londres, é membro honorário do Wadham College, da Universidade de Oxford, membro da Royal Society of Arts e membro honorário do Conselho Franco-Britânico. Goodwin é atualmente Professor e Diretor de Arte Contemporânea e Urbanismo e Diretor do TrAIN Research Center (Transnational Art, Identity & Nation) na University of the Arts London, onde também leciona no programa MA Fine Art no Chelsea College of Arts.

Ana Rito

Ana Rito

Artista visual, Curadora, Investigadora e Docente. É Doutorada em Belas Artes pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, na especialidade de Instalação. Desenvolve, desde 2000, projectos que cruzam a prática artística e curatorial, sendo o seu domínio de especialização a performatividade da imagem movente e as dinâmicas do espectador, no seio do dispositivo expositivo. No desenvolvimento dos seus projetos artísticos e curatoriais, colaborou com as seguintes instituições e agentes, entre outras: MACBA, Warburg Institute, Arquivos Yves Klein, Haus Lange-Haus Esters - Kunstmuseen Krefeld, Museu do Chiado, Museu de Serralves, Fundação Calouste Gulbenkian, Casa das Histórias, Centro Georges Pompidou, Trienal de Arquitetura, Arquivos Walter Benjamin, Festival Temps d´Images, Eletronic Arts Intermix, Festival Internacional de Vídeo FUSO, CAPC- Círculo de Artes Plásticas de Coimbra. É atualmente Investigadora Integrada do CEIS20_Universidade de Coimbra, sendo co-coordenadora da linha de investigação Arte e Performance. Lecciona nos Cursos de Mestrado em Estudos Curatoriais e de Doutoramento em Arte Contemporânea no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra.

É Sub-Directora do Colégio das Artes da Universidade de Coimbra.


Benjamin Weil

Benjamin Weil

Benjamin Weil nasceu em Paris onde completou os seus estudos em História de Arte. Em 1985 mudou-se para Nova Iorque, onde trabalhou como curador independente e como crítico de arte, publicando regularmente em revistas especializadas. Em 1995, cofundou Ada Web, o primeiro estúdio digital dedicado à produção de projetos de arte online e foi o seu Diretor Artístico até 1997. Em 1998, foi nomeado Diretor do Departamento de New Media Arts do Institut of Contemporary Art, em Londres, e dois anos depois mudou-se para São Francisco para assumir a posição de curador da Media Arts no SFMOMA – San Francisco Museum of Modern Art, onde foi responsável pela coleção de Media Arts.

Weil voltou a Nova Iorque em 2006 para se tornar Diretor Executivo do Artists Space; regressou à Europa em 2009 para lecionar na Universidade IUAV de Veneza. Nesse mesmo ano, foi nomeado Diretor Artístico do Laboral Centro de Arte y Creación Industrial, em Gijón, Espanha. Em 2014, tornou-se Diretor Artístico do Centro Botín, em Santander (2014-2020).

Além da participação regular em conferências sobre arte contemporânea e em vários júris, Benjamin Weil concebeu e dirigiu a H BOX, um programa de curadoria de itinerância de exposições de videoarte para a Fondation d’entreprise Hermès (2005-2011); ainda comissariou Untitled (Orchestral), uma instalação performativa site-specific de João Onofre no MAAT, Lisboa (2017), entre outros.

Em 2021 assumiu o cargo de Diretor do CAM (Centro de Arte Moderna), da Fundação Calouste Gulbenkian.

Leonor Nazaré

Leonor Nazaré

Leonor Nazaré (Caldas da Rainha, 1963) é curadora no Museu Calouste Gulbenkian desde 1999. Nesse âmbito, comissariou cerca de 50 exposições e coordena projetos de investigação.

É doutorada em Arte Contemporânea pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra (2017). Concluiu um D.E.A., La Philosophie et la Cité, na Universidade de Paris X, Nanterre (1997). Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (1985).

É crítica de arte desde 1989: foi colaboradora permanente do jornal Expresso entre 89 e 97 e pontual de algumas revistas de arte nacionais e estrangeiras.

Foi professora universitária de cadeiras de estética e teoria de arte, autora de vários cursos e conferências (cerca de 50 eventos), de cerca de 100 textos, incluindo três livros, na sua área, e de três traduções literárias.

Isabel Nogueira

Isabel Nogueira

Isabel Nogueira (n. 1974) é doutorada em Belas-Artes, especialização em Ciências da Arte (Universidade de Lisboa) e pós-doutorada em História e Teoria da Arte Contemporânea e Teoria da Imagem (Université Paris 1-Panthéon Sorbonne). É historiadora e crítica de arte contemporânea, professora e ensaísta. É professora na Sociedade Nacional de Belas-Artes, investigadora integrada do CIEBA/Faculdade de Belas-Artes/Universidade de Lisboa, membro da Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA). É crítica de arte na revista Contemporânea e colaboradora da revista Recherches en Esthétique. É editora/directora da revista académica Arte e Cultura Visual (CIEBA/Faculdade de Belas-Artes/Universidade de Lisboa). Livros recentes: Teorias da arte: do modernismo à actualidade (BookBuilders, 2019, 2ªed. 2020); Zona de Rebentação (BookBuilders, 2020); Como pode ‘isto’ ser arte? Breve ensaio sobre crítica de arte e juízo de gosto (Húmus, 2020); História da arte em Portugal: do Marcelismo ao final do século XX (BookBuilders, 2021); Crítica de arte ou o espaço entre a obra e o Mundo: críticas escolhidas (Húmus, 2021); Histoire de l’art au Portugal, 1968-2000 (Éditions de l’Harmattan, 2022).

Vitor Belanciano

Vitor Belanciano

Jornalista cultural, crítico de música e cronista. Está no jornal Público há mais de vinte anos. Tem formação em antropologia e sociologia. Viveu parte da infância em Niza, cresceu no Barreiro, vive em Lisboa, sente-se do Alentejo. Foi sendo, ao longo dos anos, ator, DJ, cientista social ou professor. Tem estado mais no jornalismo, mas não pratica imparcialidade e neutralidade. Acredita, isso sim, em escolhas, no rigor, na transparência, em expor pluralidade, na análise, no questionamento e na possibilidade, através da cultura, de misturar assuntos, atravessar linguagens, seja política, economia, sociedade, música, arte e ideias. Lançou recentemente o livro Não Dá Para Ficar Parado, onde a música é o ponto de partida, mas só o é porque inclui tudo o resto.