João Pedro Fonseca

Portugal

João Pedro Fonseca, 1990, Portugal, trabalha em vários campos artísticos. Estudou pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, mas concentra os seus principais trabalhos na área da performance, videoarte, instalação e fotografia. Realizou exposições em galerias de Montpellier, Lisboa, São Paulo, Cidade do México, Maiorca e Londres, destacando-se em vários festivais como: FUSO, LOOPS.LISBOA, Mundos Alternativos, Videoformes, ARTNIT – Festival de Arte Contemporânea e FICMA – Festival Internacional de Cinema com Medios Alternativos. Está intimamente ligado ao teatro, trabalhando em cenografia e video desde 2016. Fez a ópera L’Isola Disabitata (CCB, Lisboa, 2016) de Carlos Pimenta, as peças A Grande Vaga de Frio (de Orlando por Virginia Woolf) (Lisboa, CCB, 2017) e Morte de um Caixeiro Viajante (Almada, Benite, 2018) de Carlos Pimenta, Sócrates tem de Morrer (Guimarães, CCVF, 2018) de Mickael de Oliveira, Testamento em três actos (CAL, Lisboa, 2018) dos SillySeason, Fraternidade (Aveiro, 2018) de Miguel Moreira/Útero, e, as óperas O Castelo Barba-Azul e Voz Humana (Lisboa, CCB, 2019) de Olga Roriz. Em 2019 criou a trilogia de performance/teatro Anatomia da Extinção (Appleton), Fragmentos de uma Anatomia (ZONA) e Extinção (Desterro). É director da ZONA – Residências Artísticas e da showcase de videoarte LOOPCAVE. É co-fundador das labels de música electrónica contemporânea e experimental “No, She Doesn’t” e “ZABRA records”.

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Obras deste artista no Fuso 2019:

João Pedro Fonseca