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Trajeto Habitual
Carolina Rocha
Curadoria André Laranjinha e Rachel Korman
Sessão Laboratório Imagem em Movimento

O vídeo “Trajeto Habitual” constitui uma performance que tem o propósito ser uma metáfora à vida e, consequentemente, à morte. Fala-nos ainda, sobre a imprevisibilidade da nossa existência, “a espantosa realidade das coisas”, como refere Alberto Caeiro, em contraponto com a impermanência, ou a efemeridade das coisas. Ilustra um corpo que gira sobre si próprio, como uma criança que desconhece os seus limites e brinca despreocupada, com esse mesmo mesmo movimento. Experimenta a sensação de tontura e da consequente alteração na percepção, mas persiste. É uma forma de perceber a realidade e de se expressar emocionalmente. Inevitavelmente, um corpo que gira sobre si próprio desequilibra-se e, muitas vezes, acaba por cair, mostrando a sua fragilidade e falta de controlo. As quedas ilustram pequenos fins que todos vamos experimentando ao longo da vida, desafiando a nossa capacidade de os viver e afirmar plenamente.

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